Existem sorrisos que se impõem.
Mesmo quando são cortados por gargalhadas e perguntas que acordam os corpos adormecidos do espaço que por momentos habitamos.
O nosso micro mundo não deixa o exterior indiferente. Somos demasiado “pouco sérios” para tal.
Brincamos com o sério e escondemos verdades nas gargalhadas e parvoíces, interrompemos olhares.
E eu vou continuar a sorrir mesmo quando tenha de mentir às perguntas.
[julho 2008]
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