lembro-me de ti com bastante frequência. deixaste em mim uma magia, que por vezes preferia conseguir afastar de mim.
lembro-me de ti e quero falar-te, dizer-te pelo menos que penso em ti.
pego no telemóvel... mas desisto.
o simples pensamento da indiferença, ou da inquietude do silêncio da tua (ausente) resposta faz-me desistir.
(esta é provavelmente a forma mais segura de te falar. um dos poucos cantos onde, expostos ao mundo e no meio de muitos, conversamos só entre nós. se leres isto, aqui te digo: penso em ti, m.)
[agosto 2007]
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