a cidade está lá, sempre. aquelas ruas também. as horas acabam-se e repetem-se. existo eu e existes tu.
são momentos. são nossos.
as nossas divagações por ela, a cidade. de noite ou de dia, com ou sem trânsito, com as mãoes quentes ou frias.
ela, a cidade, já se habituou a ver, por vezes, estes nossos momentos, abraçados pelas palavras e pelo silêncio.
no final existem momentos.
e despedidas ao nascer e ao por do sol...
[janeiro 2007]
2 comentários:
Que bonito. As cidades realmente são aquelas que observam tudo...
São momentos em que só sabemos que o mudo continua a girar porque do escuro vem nascendo o sol ou para o escuro se vai pondo o sol?... São lindos esses momentos.
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